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Ribeirão Preto-Oeste

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Wakanda Rotária: Jovens negros mostram sua força e sua voz no Rotaract

Enquanto o movimento pela valorização das vidas negras ganhava as ruas no Brasil e no mundo nos últimos meses, um grupo de associados do Rotaract, clube de Rotary voltado ao público jovem, se formava para mostrar a representatividade da população negra dentro do mundo rotário. Filipe Bento, Natália Lopes e Daniel Cerverizzo são de clubes e cidades diferentes, mas se uniram por meio do Twitter para criar um espaço em que os jovens negros do Rotaract pudessem ter apoio mútuo e visibilidade. “Existem diversos grupos (dentro do Rotaract): para vôlei, para direito, xadrez, lgbtqi+. Ou seja, existem diversos grupos, mas por que não um grupo para pessoas negras?”, questionava Natália. Com o mesmo sentimento e necessidades semelhantes, ela, Filipe e Daniel criaram em maio deste ano o Wakanda Rotária. Para quem não sabe, Wakanda refere-se a um país fictício do universo de heróis da Marvel, localizado na África subsaariana. Nação do herói Pantera Negra, Wakanda é o país mais avançado do mundo, social e tecnologicamente. Assim, a referência ao país fictício é carregada de simbolismo para os criadores do grupo do Rotaract. “Tem um termo que a gente usa que chama ‘afrofuturismo’, que é a ideia de se pensar o futuro com um recorte racial. E sempre que a gente fala sobre futuro, a gente tem que pensar em um futuro onde as questões raciais são deixadas de lado, não por negligência, mas porque elas não são mais necessárias. E o filme trouxe essa perspectiva para a gente do ponto de vista estético, onde a gente pode assistir uma obra e ver um futuro onde as questões raciais são ultrapassadas, são superadas”, explica Filipe. Se você não é negro e acha que essa questão de representatividade não é relevante, é melhor olhar os números e pensar de novo. O Brasil é majoritariamente uma nação formada por negros e pardos (56,10% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE), mas eles são minorias em grupos considerados de elite como o Rotary e o Rotaract. No Rotaract, por exemplo, de um total de 8.366 associados brasileiros, apenas 657 se declaram como negros, ou seja, menos de 8% de seus membros. E esse fato faz uma grande diferença para as pessoas negras que já integram os clubes. “No ano passado, no último encontro paulista de Rotaracts, eu lembro que em alguma parte do evento, estavam eu e a Natália e eu falei para ela olhar ao redor e ver quantas pessoas afrodescendentes havia ali. E dava para contar nos dedos”, relembra Daniel. “Em um evento que abrange São Paulo e Rio de Janeiro, dar para você contar nos dedos de uma mão o número de afrodescendentes mostra que tem alguma coisa errada. A partir daquele momento, eu vi que a gente tinha que mudar esse cenário”, explica. Em época de pandemia, e com seus mais de 120 participantes espalhados em diferentes estados brasileiros, o Wakanda Rotária tem realizado seus eventos pela internet. Já foram dois debates, um com o tema “Movimento negro no Brasil: A História” e o outro com o tema “A cronologia das leis brasileiras e seu papel no curso da população negra no Brasil”. Os temas dos debates foram escolhidos por pesquisa de interesse feita entre os próprios membros do grupo. As “lives” têm atraído uma audiência formada por negros e brancos interessados em conhecer uma parte da história do Brasil que fica um tanto escondida no ensino tradicional de nossas escolas. “Tem muita coisa que não se aprende na escola ou que a família não ensina. São coisas que a gente tem que ir e correr atrás daquele ensinamento. Então, a gente sentiu que tinha essa necessidade”, destaca Natália. Além de passar um outro lado da história brasileira, os debates promovidos pelo grupo também visam a ajudar a população negra a entender e a ter maior apoio em situações que, infelizmente, são recorrentes em seu cotidiano. “Como eu vou saber se é racismo, se eu não tenho conhecimento sobre racismo? Como vou saber se é injúria, se eu não tenho conhecimento sobre injúria?, pergunta Natália. “Então, estamos trazendo esse conhecimento desde o início por meio das ‘lives’”. O grupo tem servido como importante base de apoio para seus membros, que agora buscam ajuda uns nos outros quando se veem em alguma situação incômoda gerada pela discriminação. “Depois da criação do grupo, eu me sinto mais seguro em abrir questões com os participantes. Perguntar se as pessoas já passaram por uma situação (semelhante)”, diz Daniel. Para ele, o Wakanda Rotária também deu maior visibilidade aos negros dentro do Rotaract. “Em relação aos outros rotaractianos, eles estão nos enxergando mais. Não somos mais pontinhos pretos soltos, agora, é um amontoado, a gente se uniu”, afirma. Sobre o movimento popular para a valorização das vidas negras, que deu o impulso para a criação grupo, os três acreditam que foi um importante momento de visibilidade midiática para a causa, mas que há questões muito mais profundas a serem atacadas. “Acho que essas ondas têm importância significativa, sim. Elas fazem a gente refletir. Principalmente quem não conseguia enxergar esses problemas na sociedade. Mas, de onde surge tudo isso, a gente não está nem perto de chegar nessas discussões ainda”, avalia Filipe. “Aqui no Brasil, a gente ainda não superou a escravidão. Aqui, a maior parte da nossa população mais pobre é também negra, e não é por acaso. Então, o Brasil tem o desafio gigantesco de se enxergar como nação que foi construída em cima de povos que foram escravizados. Assim como a Alemanha tem vergonha hoje do que foi o nazismo, a gente tem que ter essa vergonha do que foi o movimento escravagista aqui no Brasil, que é uma coisa que a gente está longe ainda de conseguir”, aponta. “Então, acho que essas pautas são importantes, elas trazem uma discussão pontual que é muito relevante, a gente reconhece o valor da discussão, mas, para a gente, está longe ainda, a gente não cria nem uma esperança de que vai mudar muita coisa, porque a realidade é um pouco mais cruel”, diz. Daniel concorda com a colocação do colega. “O Filipe usou um exemplo que é muito bom, a Alemanha. Lá, existem museus, existem monumentos históricos que estão lá para eles sempre lembrarem do que aconteceu. E o Brasil é totalmente o oposto disso, o Brasil tenta esconder, a gente não fala, parece que é um tabu. Existe um silêncio quando a gente fala nisso (a escravidão e suas consequências)”. Dentro do Rotaract, eles acreditam que é possível fazer um trabalho para atrair novos associados negros e fazer com que os mesmos se sintam acolhidos dentro dos clubes. “Acho que o primeiro passo é quebrar aquela imagem de que a família rotária é só para ricos, porque não é. Temos que fazer eventos mais acessíveis, mostrar que a família rotária abraça todo mundo. Nosso trabalho está aí para quebrar essa imagem”, opina Daniel. “Eu acho que nós fazemos a nossa própria representatividade, permanecendo firmes e fortes nos nossos clubes para que as pessoas de fora vejam que existem pessoas negras dentro da família rotária, existem pessoas que têm voz. Eu acredito que esse é um dos primeiros passos, a nossa visibilidade, a nossa própria permanência para que as pessoas de fora vejam que não é só branco, só rico e assim por diante”, conclui Natália.   Daniel Cerverizzo é associado do Rotaract Club de São José do Rio Preto – Inspiração Filipe Bento é associado do Rotaract Club de Ouro Preto Natália Lopes é associada do Rotaract Club de Adamantina Quem quiser entrar em contato com o grupo pode seguir sua conta no Instagram @wakandarotaria. Usando a hashtag #wakandarotaria no Twitter, você encontra as postagens já feitas sobre os debates do grupo.

Postado em 15 de Julho de 2020

A ascensão do Rotaract

A evolução contínua do Rotaract vem redefinindo seu lugar no Rotary. ‘Estamos vivendo uma nova era’, afirma um entusiasmado rotaractiano “É mesmo emocionante”, diz Ignacio González, associado ao Rotaract Club de Oriente de Talca, no Chile. Até pouco tempo atrás, os rotaractianos eram considerados participantes de um programa do Rotary. “Agora”, continua ele, que serve na Força-Tarefa para Elevar o Rotaract, “somos totalmente parte da organização. Estamos mesmo vivendo uma nova era.” A elevação do status do Rotaract foi aprovada pelo Conselho de Legislação do Rotary em 2019 como parte do esforço contínuo para tornar a organização mais atraente e acolhedora para jovens profissionais.“Ficamos pedindo aos rotarianos que encontrem uma maneira de trazer os jovens para o Rotary, quando, na verdade, esses jovens já estão entre nós e parece que nos esquecemos disso”, observa o presidente 2018-19 do Rotary International, Barry Rassin. Foi ele quem propôs formalmente que a definição de associação ao Rotary fosse expandida para igualmente incluir o Rotaract. Depois que o Conselho de Legislação aprovou a revisão dos Estatutos e do Regimento Interno do Rotary International paraincluir o Rotaract como um tipo de associação, a Força-Tarefa para Elevar o Rotaract – formada por rotaractianos e rotarianos – foi criada e começou a fazer pesquisas com associados para elaborar as recomendações normativas para a transição. “Estamos ouvindo rotaractianos de todo o mundo”, informa David Stovall, tesoureiro do Rotary International e presidente da força-tarefa. Por recomendação da força-tarefa, em outubro o Conselho Diretor do Rotary International aprovou várias mudanças no Rotaract, tendo sido a mais notável a remoção do limite máximo de idade. A partir de 1o de julho, os rotaractianos não terão mais de deixar o clube quando fizerem 31 anos. Porém, os clubes ainda poderão estabelecer seu próprio limite de idade, se assim o desejarem. Elyse Lin, do Rotaract Club de Taipei Tin Harbour, em Taiwan, e que também faz parte da força-tarefa, diz que o limite de idade era um obstáculo para os rotaractianos que queriam continuar envolvidos com o Rotary, mas não se sentiam preparados para um clube tradicional ou consideravam fora de seu alcance os custos de associação. “Depois que esses rotaractianos saem, é muito difícil trazê-los de volta à Família do Rotary”, ela observa. Embora alguns ex-rotaractianos continuem participando de eventos do Rotaract, a jovem diz que, muitas vezes, eles não se sentem mais como uma verdadeira parte da organização. Com a mudança nas regras, ela acredita que alguns deles voltarão ao Rotaract. Outras mudanças: os novos Rotaract Clubs não precisarão mais ser patrocinados por um Rotary Club; eles poderão se autopatrocinar ou escolher um Rotaract Club como patrocinador. E rotaractianos agora serão elegíveis – e incentivados – a servir ao lado de rotarianos em comissões distritais e do Rotary International. “Elevar o Rotaract é realmente um chamado a uma parceria mais estreita entre o Rotary e o Rotaract”, explica Clement Chinaza Owuamalam, do Rotaract Club de Apo, Nigéria, e também integrante da força-tarefa. Os Rotaract Clubs também receberão mais suporte do Rotary International, incluindo acesso às ferramentas administrativas do Meu Rotary e a opção de fazer assinatura da edição digital da revista The Rotarian (N. da R. A Rotary Brasil oferece assinatura de sua edição digital aos rotaractianos brasileiros). À medida que a transição de programa do Rotary para tipo de associação avança, o Conselho de Curadores da Fundação Rotária também planeja discutir se Rotaract Clubs devem ser elegíveis para solicitar subsídios da Fundação. Algo que os rotaractianos buscam, segundo Ronald S. Kawaddwa, são mais oportunidades de desenvolvimento profissional. Para atender a essa demanda, um programa de treinamento em liderança que o Rotary está lançando com o Toastmasters International também estará disponível para rotaractianos. “Aos 30 anos, você está iniciando sua carreira profissional”, analisa Kawaddwa, que faz parte da força-tarefa. “Se o Rotaract oferece um pacote melhor em termos de desenvolvimento profissional, isso agrega valor.” Em 2022, cotas per capita anuais nos valores de cinco dólares por associado para clubes baseados em universidades e oito dólares para aqueles baseados na comunidade entrarão em vigor para cobrir o custo de suporte adicional aos Rotaract Clubs. De modo a ajudar os rotaractianos a arcarem com as cotas, o Rotary International trabalhará para criar e promover fontes alternativas de financiamento, inclusive com campanhas de arrecadação de fundos. Kawaddwa diz que mudar a percepção que o público tem do Rotary é particularmente importante para atrair os jovens em sua região. “No continente africano, a maior parte da população tem menos de 30 anos. Se o Rotary permanecesse como estava, logo se tornaria irrelevante aqui.” Para Kawaddwa, deixar que os associados ao Rotaract permaneçam em seus clubes por mais tempo dá a eles oportunidade de conhecerem melhor o Rotary.“Esperamos que essas mudanças resultem em rotarianos mais fortes, em associados que serviram por mais tempo e acumularam mais experiência e orientação enquanto estiveram no Rotaract.” Perguntas Frequentes Como foram decididas as mudanças no Rotaract? Membros do Conselho Diretor do Rotary International, curadores da Fundação Rotária e comissões do Rotary vêm debatendo há anos, com rotarianos e rotaractianos de todo o mundo, como reconhecer os clubes de Rotaract como parceiros dos Rotary Clubs no servir. Os rotaractianos compartilharam suas ideias com o Conselho Diretor do Rotary International por meio da Comissão Rotaract, do Encontro Rotaract Pré-Convenção e por pesquisas online e grupos focais. De maneira majoritária, os rotaractianos expressaram que queriam mais flexibilidade, mais produtos e serviços e mais reconhecimento do Rotary pelo trabalho que realizam. Depois que o Conselho de Legislação de 2019 aprovou o reconhecimento dos Rotaract Clubs como um tipo de associação, o presidente 2019-20 do Rotary International, Mark Daniel Maloney, criou a Força-Tarefa para Elevar o Rotaract, encarregada de discutir como atualizar as políticas do Rotaract e criar uma experiência inclusiva, inovadora e flexível. Isso significa que os rotaractianos se tornarão rotarianos automaticamente? Não. Os associados aos Rotary Clubs são rotarianos e os associados aos Rotaract Clubs continuam sendo rotaractianos. Esta emenda não altera a identidade nem a individualidade dos rotaractianos. Os Rotaract Clubs terão de pagar cotas per capita para o Rotary International? O Conselho Diretor estabeleceu que os Rotaract Clubs deverão começar a pagar taxas per capita em 2022 e está estudando maneiras de compensar o custo aos associados por meio de captação de recursos e acordos com Rotary Clubs patrocinadores. O custo anual será de cinco dólares por associado para Rotaract Clubs baseados em universidades e de oito dólares por associado para aqueles baseados na comunidade. Os rotaractianos poderão ter acesso a verbas da Fundação Rotária para seus projetos? Por enquanto, apenas Rotary Clubs podem solicitar Subsídios Globais e Distritais à Fundação Rotária. Como a elegibilidade a Subsídios Globais é determinada pelos curadores, eles teriam de analisar cuidadosamente qualquer proposta para permitir o acesso a tais fundos por Rotaract Clubs. Os curadores incentivam os Rotaract Clubs a trabalharem com Rotary Clubs em projetos de Subsídios Globais. Eles também podem receber fundos de Subsídios Distritais por meio de um Rotary Club. E, como sempre ocorreu, os rotaractianos podem se candidatar a bolsas de estudo e a Bolsas Rotary pela Paz por meio da Fundação Rotária. Por que a idade máxima para ser associado a um Rotaract Club foi eliminada? Os Rotaract Clubs continuarão sendo destinados a jovens profissionais, mas a Força-Tarefa para Elevar o Rotaract e o Conselho Diretor entenderam que é importante oferecer aos rotaractianos a flexibilidade de decidirem por conta própria o momento em que eles se sentem prontos para deixar o Rotaract. A maioria dos ro- taractianos participantes da pesquisa acredita que a eliminação do limite de idade melhoraria ou não interferiria em sua experiência no clube e disse que ainda se interessaria em ingressar em um Rotary Club no futuro. Além disso, cada Rotaract Club poderá estabelecer seu próprio limite de idade. Os rotaractianos ainda serão incentivados a se tornar rotarianos? Sim! Os rotaractianos continuarão sendo incentivados a ingressar a qualquer momento em Rotary Clubs que ofereçam a experiência que eles buscam. E os Rotary Clubs, por sua vez, devem continuar trabalhando com rotaractianos em reuniões, eventos e projetos. Desde 2016, os rotaractianos podem se associar a um Rotary Club enquanto ainda estão no Rotaract. Essa opção de associação dupla continuará existindo. Os rotaractianos também poderão fundar seus próprios Rotary Clubs. Os rotaractianos poderão servir ou prestar consultoria ao Conselho Diretor e ao Conselho de Curadores? O Conselho Diretor e o Conselho de Curadores valorizam a contribuição dos rotaractianos e recomendaram que o presidente do Rotary International nomeie rotaractianos para as comissões. Eles continuarão discutindo maneiras de incluir os rotaractianos no futuro. Os Rotaract Clubs serão contabilizados no número total do quadro associativo do Rotary? Não. Os clubes de Rotaract não serão contados no número total de clubes de um distrito, e rotarianos e rotaractianos continuarão sendo contabilizados separadamente. Onde as normas revisadas sobre o Rotaract podem ser encontradas? A partir de 1o de julho de 2020, o Código Normativo do Rotary mostrará a revisão do capítulo II (“Clubes”), principalmente em relação ao artigo 12 (“Rotaract Clubs”). As normas relativas ao Rotaract que estão agora no capítulo V (“Programas”), no artigo 41.040, serão removidas. Para saber mais, envie mensagem para [email protected] Fonte: Vanessa Glavinskas, editora da The Rotarian, para a Revista Rotary Brasil.

Postado em 14 de Julho de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Transmissão de cargos no Ribeirão Preto-Oeste

Seguindo as recomendações do Rotary e as medidas de combate à Covid-19, na noite de 8 de julho, em uma reunião virtual transmitida pela plataforma Get To Meeting, foi celebrada a transmissão de cargos entre os presidentes atual e eleito do Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste, e também da Casa da Amizade. O rotariano José Ailton Gomes assume pela segunda vez a liderança do clube, agora na gestão 2020-21, acompanhado de sua esposa Wanda, que coordenará a Casa da Amizade. Após sua posse no clube, foi realizada a nomeação do conselho diretor e também das comissões do clube. A reunião virtual contou com a particação de rotarianos do clube, com suas esposas,e também de outros clubes do distrito 4540.Nesta oportunidade, foram empossados novos associados ao Ribeirão Preto-Oeste:- Antonio Carlos Gomes, contador. Padrinho: José Ailton Gomes. - Doralice Dantas, design gráfica, associada honorária, agora representativa no clube. Padrinho: Rogério Moreira- José Ricardo Romão da Silva, advogado. Padrinho: Rafael Alves Ferreira- Maria Clara Vicente, arquiteta. Padrinho: José Ailton Gomes. - Nilton Rosa de Castilho, professor. Padrinho: José Ailton Gomes.- Antonio Luiz Eusébio Abadia Júnior, escrevente. Padrinho: José Ricardo Romão da Silva.Ao final da reunião virtual, em uma mensagem unânime, todos elogiaram e agradeceram os excelentes trabalhos realizados pelos presidentes Júnior e sua esposa Michele, à frente do Ribeirão Preto-Oeste, durante o ano rotário de 2019-20.  

Postado em 08 de Julho de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Reuniões Quartas-Feiras | 20:00
Rua Cel. Luiz da Silva Batista,285 Cep: 14020-570