Club de
Ribeirão Preto-Oeste

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Ribeirão Preto-Oeste é um Clube Cidadão 2020-21

O Programa Clube Cidadão, nova modalidade criada para permitir que os Rotary Clubs contribuam também com a Fundação Rotária, é um programa de doações à Associação Brasileira da The Rotary Foundation (ABTRF), cujas contribuições são destinadas aos projetos humanitários da Fundação Rotária no Brasil. Ao contribuir com o valor equivalente a US$ 1.000, ao longo de um ano rotário, o clube é reconhecido como Clube Cidadão. O Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste aderiu ao programa, contando com o apoio de empresas de rotarianos que contribuíram com patrocínio de espaço (banner) no site do clube: Ateliê Dona Jura, Laboratório BioNuclear, Lace Contabilidade, Project Soluções em Tecnologia, Raflastur, RibSilk, Romão & Romão Advocacia e Vilu Brinquedos. No Distrito 4540, além do Ribeirão Preto-Oeste, também participam do programa, neste ano rotário 2020-21, os Rotary Clubs de Ituverava, Orlândia, Ribeirão Preto, Ribeirão Preto-Entre Rios, Ribeirão Preto-Jardim Paulista, Ribeirão Preto-Norte e São Carlos-Pinhal.  

Postado em 30 de Outubro de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Zé Gotinha e a estratégia bem-sucedida do Brasil

O Brasil recebeu o certificado de país livre do vírus selvagens da poliomielite em 1994, quase 90 anos depois dos primeiros casos relatados em território nacional. Ao longo desse período, houve surtos inicialmente em grandes cidades e depois em localidades do interior, movimento em geral associado à urbanização. A primeira vacina contra a poliomielite chegou ao país em 1955. Era a vacina injetável desenvolvida pelo médico americano Jonas Salk a partir do vírus inativado. Após três doses, 99% das pessoas desenvolviam imunidade. Na década seguinte chegaria a versão em gotinhas, desenvolvida por Albert Sabin com um vírus atenuado. Com ela, 95% das pessoas que receberam três doses ficavam imunes. O primeiro plano do país de controle a doença surgiu no início dos anos 1970. Um artigo de três pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sobre a erradicação da doença no país cita dados levantados em meados daquela década. Foram identificados 1.643 casos em 18 Estados. "As principais características da doença no país, naquele momento, eram sua distribuição predominantemente urbana (74%), a concentração em menores de cinco anos, uma elevada proporção de casos em crianças não vacinadas (76%), a predominância do poliovírus do sorotipo 1 (87%) e uma elevada letalidade."   A primeira campanha nacional de vacinação contra a poliomielite ocorreria em junho de 1980. Até então, a imunização nos Estados só atingia metade das crianças, em média. O plano então seria vacinar todas as crianças do país de zero a cinco anos em 14 de junho e 16 de agosto, independentemente de já ter tomado a vacina ou não. E assim elevar para 80% a cobertura vacinal. Defendida por Albert Sabin, a estratégia de campanhas de vacinação em massa deu certo, e o número de casos caiu de 1.290 em 1980 para 122 no ano seguinte. Naquela década, a vacina em gotas ficou tão associada ao combate à poliomielite que deu origem ao personagem Zé Gotinha, criado em 1986 pelo artista plástico Darlan Rosa. O mascote se tornaria o principal rosto das campanhas de vacinação. O país ainda enfrentaria surtos isolados de pólio até registrar seu último caso, em março de 1989. A estratégia bem-sucedida contra pólio seria exportada para outros países e teria outras consequências positivas, como o fortalecimento do programa nacional de imunização. Desde 2011, entretanto, a vacinação contra a poliomielite não é só oral. Agora, a criação de Sabin é apenas o reforço da versão injetável, considerada por alguns especialistas como mais segura e com menos efeitos colaterais. Segundo o bioquímico Ricardo Gazzinelli, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), essa mudança na vacina só foi possível porque a doença está erradicada no Brasil. "A vacina por via oral usa vírus vivo; a injetada contém o vírus 'morto'. Ainda que as vacinas vivas induzam imunidade mais duradoura, quando você chega numa fase de erradicar uma doença, a viva é indesejada, pois a atenuação do vírus pode reverter, tornando-se patogênico de novo. E se espalhar na natureza novamente", explicou em entrevista à BBC News Brasil em julho. "Neste caso, se opta por vacinas 'mortas'." Por outro lado, as gotinhas têm um efeito da chamada "proteção de rebanho" — a criança que a ingere, acaba contribuindo para que o vírus não se espalhe. Isto porque na versão injetável, com o vírus inativado direto na corrente sanguínea, não ocorre uma colonização da mucosa intestinal. A gotinha, por sua vez, faz isso com o vírus atenuado — que, eliminado pelas fezes espalha-se no ambiente, imunizando terceiros que tenham contato com ele. De quebra, esse vírus atenuado compete com o selvagem na natureza. Para além da vacina utilizada, a queda na cobertura vacinal como um todo preocupa autoridades e especialistas quanto a um possível retorno da doença. (BBC News)

Postado em 17 de Outubro de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Rotary: treinamento apoia trabalho de educadores sociais

Como mudar a vida de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade se não há um relacionamento adequado entre os educadores e as pessoas que eles querem ajudar?  Foi com esse problema em mente que membros do Rotary de São Paulo e da Alemanha se uniram para criar um treinamento de capacitação para educadores sociais na maior cidade do Brasil. O projeto teve início em 2017, em uma parceria entre membros do Rotary Club de São Paulo e do Rotary Club Kempen-Krefeld, da Alemanha. Ao adotar quatro crianças brasileiras, Jünger Schmitz, membro do clube alemão, se deparou com um cenário de pouco preparo emocional dos profissionais que lidavam com crianças e adolescentes vulneráveis na capital paulista. Ele buscou o apoio do Rotary Club de São Paulo e, juntos, os clubes desenvolveram um projeto para realizar um treinamento inovador, focado em melhorar a comunicação e o relacionamento entre educadores e jovens. “Decidimos fazer o treinamento em cinco seminários, com um tópico diferente para cada seminário”, conta Márcio Arroyo, membro do Rotary Club de São Paulo, responsável por liderar o projeto. “O clube definiu as instituições [participantes] e como iríamos fazer o projeto”, explica. Já para montar o programa do que seria ensinado aos educadores, eles buscaram ajuda especializada. O programa do treinamento foi desenvolvido por Ronaldo Campos, diretor da Comunidade Terapêutica Filhos da Luz, especializada no atendimento de dependentes químicos. Trabalhando com educadores sociais, Campos via que, muitas vezes, os profissionais não tinham o equilíbrio emocional necessário para lidar com os jovens em situação de vulnerabilidade, porque estes próprios profissionais enfrentavam problemas emocionais em suas famílias. “A maior parte dos problemas relacionados à violência começa nos padrões de comunicação interna das famílias. O maior potencial de mudança social se dá quando não há culpa ou julgamento. A causa da violência no mundo começa quando emitimos julgamento do comportamento do outro.”, aponta Campos. Desse modo, o treinamento foi montado com base em dois importantes pilares: a comunicação não-violenta (CNV) e o desenvolvimento de propósitos de vida. “O objetivo do treinamento é a expansão da consciência. As pessoas precisam encontrar significado na vida e no trabalho”, explica. Na CNV, não se usa palavras que julguem ou dominem a outra pessoa, como o verbo “mandar”, por exemplo. Fazer com que os educadores encontrassem seu próprio propósito de vida era fundamental para que eles pudessem ajudar os jovens a encontrar novos caminhos fora da dependência química. “A dependência química é a doença do egoísmo. Eles só pensam em si, não pensam na família, na sociedade. A pessoa não tem um propósito a seguir e, aí, qualquer caminho serve”, diz Campos. O primeiro treinamento aconteceu na Comunidade Terapêutica Filhos da Luz no primeiro semestre de 2019. A turma teve a participação de 40 profissionais, alguns da comunidade e outros de instituições que foram convidadas a participar do curso. “A ideia é fazemos em quatro pontos diferentes de São Paulo para atingirmos as entidades locais”, conta Arroyo. A segunda turma aconteceu no segundo semestre do ano passado, no Centro Assistencial Cruz de Malta, com 43 participantes, e a terceira turma teve início em março deste ano na Associação Evangelista Beneficente, com 42 educadores sociais. No total, aponta Arroyo, o projeto inclui a capacitação de 300 profissionais em oito treinamentos em diferentes instituições de São Paulo. O impacto dos treinamentos é algo sentido tanto pelos educadores quanto pelos jovens assistidos. “Durante o curso, eu ia acompanhando a avaliação dos participantes e a satisfação foi muito grande. A ideia também é que eles repassem os ensinamentos do curso a seus colegas”, afirma Arroyo. Sobre os jovens, Campos conta que “eles entendem que só se recuperam quando ajudam os outros”. “Do que os residentes têm mais se beneficiado é de ter encontrado um propósito de vida”, afirma. No total, o Rotary investiu US$ 45.700 neste projeto, incluindo a compra de mais de 900 livros, além de equipamentos e suprimentos para a realização dos cursos.

Postado em 16 de Setembro de 2020

Reconhecimento Paul Harris

Com o ótimo resultado da arrecadação da campanha distrital Pantone Rotário da Amizade 4540, em dezembro de 2019, o Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste teve a oportunidade de promover dois novos títulos, que foram complementados pela doaçao dos associados Benedito Batista Filho e Marcel Rocha. A associada Dantas também foi agraciada com o reconhecimento Companheiro Paul Harris, em final de junho, pelo governador distrital Aparecido Gilberto de Carvalho, por seu elevado empenho em trabalhos realizados para o distrito 4540, durante a gestão 2019-20.

Postado em 06 de Setembro de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Setembro: Mês da Educação Básica e Alfabetização

Setembro, no calendário rotário, é o Mês da Educação Básica e Alfabetização. Estima-se que, mundialmente, cerca de 70 milhões de crianças não têm acesso à educação básica e mais de 800 milhões de pessoas acima de 15 anos são analfabetas. No Brasil, os números são preocupantes porque mais de 13 milhões de brasileiros não sabem ler nem escrever. O Rotary está engajado nesta causa. Nosso objetivo é fortalecer a capacidade das comunidades apoiarem educação básica e alfabetização, reduzir a disparidade de gêneros na área educacional e aumentar a alfabetização de adultos. Algumas das ações do Rotary na área são: Bolsas de estudo – Nossos associados investem no futuro ao patrocinar bolsas de estudo para alunos com o potencial de transformar comunidades. Treinamento de professores – Nós compartilhamos conhecimentos e experiências com educadores e outros profissionais que trabalham com populações vulneráveis. Alfabetização de adultos – O Rotary combate o analfabetismo de adultos por meio da introdução de programas comunitários de alfabetização. Educação para refugiados – Uma reitora de universidade e um Rotary Club lutam com o Boko Haram para educar refugiados na Nigéria. Capacitação de professores – Como ir à escola não é suficiente para resolver o problema de analfabetismo, o Rotary oferece orientação e capacitação a professores.

Postado em 03 de Setembro de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Eleve-se para viver uma vida plena e extraordinária

Com a proposta do desenvolvimento pessoal, profissional e espiritual para quem busca o equilíbrio de uma vida plena, o Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste, por intermédio do associado Odilon Iannetta, coordenador da Avenida de Serviços Profissionais, trouxe a palestra motivacional corporativa “Eleve-se”, com a apresentação do diretor artístico Janssen Hugo Lage, para uma reunião virtual do clube, na noite de 05 de agosto. De forma interativa, teatral, divertida e dinâmica, o palestrante ensinou que a verdadeira felicidade só existe quando pode ser compartilhada. A partir das 12 leis universais, princípios ideais que dão sentido ao plano de vida, Lage brindou os participantes com 5 leis: princípio do uso da palavra - saber o que dizer e como dizer; não levar para o lado pessoal – mas, se divertir; não tirar conclusões precipitadas - quando você sabe mais que alguém (não somos todos iguais), portanto não julgue, entenda e ouça; dar sempre o melhor de si - fazer um pouco mais, entender que a mente, mente, engana, corrói; gratidão - temos que ser mais gratos a tudo, à vida, o que faz, por tudo que está vivendo. Com o sucesso da apresentação, o clube pretende agendar um próximo bate-papo para discutir os outros 7 princípios, pelo palestrante. "Em tempos sombrios, eleve-se!”, despertou o palestrante. “Nós estamos vivendo o momento ideal para escolher quem vamos seguir, quem vamos ouvir e lógico, que providências vamos tomar", completou. Para conhecer mais detalhes, assista na íntegra a apresentação da palestra “Eleve-se”, clicando sobre a imagem abaixo, ou acesse: https://bit.ly/eleve_se1  

Postado em 03 de Setembro de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

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