Club de
Ribeirão Preto-Oeste

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A importância da imagem do Rotary

O Rotary une líderes comprometidos a usarem seus conhecimentos e entrarem em ação para ajudar comunidades locais e internacionais há mais de cem anos. A conscientização sobre o Rotary é alta. Mas a compreensão do público a respeito de quem somos, do que fazemos e do valor que agregamos às comunidades é extremamente baixa. É importante contarmos a nossa história de forma a ajudar as pessoas a entenderem o que o Rotary faz, como somos diferentes e porque o nosso trabalho é importante. Sem esse entendimento, não poderemos alcançar todo o nosso potencial, unir um número ainda maior de pessoas e ajudar mais comunidades no mundo. Nenhuma outra organização é igual ao Rotary. Ao usar nossa voz de forma consistente em todas as nossas mensagens, podemos garantir que nossa comunicação seja um reflexo do nosso caráter distinto. Se todos falarem, escreverem e usarem designs que representem uma só voz, nossos materiais passarão claramente a ideia do que é o Rotary. Isso dará ao público uma maior compreensão a respeito de quem somos. Juntos, nós podemos mostrar ao mundo que somos pessoas em ação. A marca Rotary   Uma marca é mais que um logo. A marca do Rotary vai muito além da sua roda. Ela é uma percepção: a forma pela qual as pessoas nos veem, e não apenas como nós nos enxergamos. Quando falamos da marca Rotary, estamos pensando nas metas e qualidades básicas que unem todos os Rotary Clubs e distritos. É o que oferecemos às pessoas que formam parcerias conosco, que se associam aos clubes ou que participam dos nossos programas e projetos. Nossa marca é a nossa identidade, nossa visão e nossa essência, assim como os nossos valores. Ela representa nossa cultura única e a abordagem que usamos para causar mudanças positivas e duradouras. A percepção das pessoas a respeito do Rotary está ligada às suas experiências com os nossos clubes e programas, e também com as histórias que contamos e imagens que compartilhamos. Uma comunicação coesa e convincente, acoplada a uma ótima experiência proporcionada pelo Rotary, pode fortalecer nossa marca e nos ajudar a engajar e atrair mais associados, doadores e parceiros.

Postado em 24 de Novembro de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Ribeirão Preto-Oeste realiza sua primeira reunião híbrida, uma tendência pós-pandemia

No mundo todo, a pandemia de covid-19 alterou muito a rotina dos Rotary Clubs. Diante das recomendações de distanciamento social, para evitar as aglomerações e com as reuniões presenciais suspensas, os rotarianos encontram soluções em reuniões de modo virtual, com plataformas digitais de videoconferências. Apesar de muito eficientes, os encontros semanais realizados de forma on-line não escondem a expectativa dos associados para o retorno presencial em espaço físico. Com o avanço das fases de enfrentamento à covid-19, na região de Ribeirão Preto, foi permita a realização de reuniões presenciais na Fundação dos Rotarianos de Ribeirão Preto, sede de clubes na cidade, seguindo todas as normas de protocolo determinadas pelas autoridades sanitárias. Com essa disposição, o Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste organizou a sua primeira reunião presencial em 11 de novembro, desde que foram suspensas as reuniões na sede. O encontro tornou-se também um modelo híbrido, uma tendência pós-pandemia, realizando a transmissão ao vivo e participação de associados e convidados em modo virtual. Os presentes no salão monumental da Fundação dos Rotarianos puderam visualizar todos os participantes em suas casas, projetados em um telão, além de conversarem ao vivo. A primeira reunião híbrida do clube, que contou com as participações de associados, damas da Casa da Amizade, rotaractianos e convidados, teve a presença pessoal de 45 pessoas e 14 em modo virtual. O mundo não para e o Rotary continua caminhando na longa estrada do servir. Para finalizar, reproduzimos a frase de um importante rotariano, publicado em fevereiro de 1945, na revista The Rotarian: “Mudanças caleidoscópicas estão acontecendo, muitas delas à nossa revelia. Às vezes o máximo que podemos fazer é segurar-nos à margem deste mundo em mutação. O Rotary deve continuar a ser pioneiro sob pena de ficar estagnado na retaguarda do progresso”. (Paul Percy Harris)

Postado em 16 de Novembro de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Diversidade faz parte dos valores do Rotary

“É claro que não sabemos o que a nova década trará, mas seja o que for, devemos estar sempre conscientes da nossa responsabilidade. No Rotary, defendemos valores de igualdade, tolerância e paz. Atualmente, a tolerância é assunto relevante em muitas partes do mundo. O Rotary não é político e deve continuar assim, porém, quando as coisas não vão bem, não podemos ignorá-las e devemos nos manifestar. Defendemos os nossos valores e a Prova Quádrupla, já que somos julgados não só pelos nossos resultados, mas também pela nossa atitude.” Holger Knaack, 24 de janeiro de 2020. No início do ano, quando o presidente eleito do Rotary, Holger Knaack, se dirigiu aos participantes da Assembleia Internacional em San Diego, nos Estados Unidos, poucos poderiam ter imaginado que essas palavras eram proféticas e se materializariam três meses mais tarde. Em 25 de maio, o afro-americano George Floyd, de 46 anos, morreria em Minneapolis, no estado do Minnesota, durante uma intervenção policial por supostamente ter passado uma nota falsa. A morte dele desencadeou protestos mundo afora, caracterizando um momento em que as nações começaram a fazer um exame de consciência. No início do seu discurso em San Diego, Holger, o primeiro alemão eleito ao cargo mais elevado do Rotary, voltou 100 anos no tempo reconhecendo os problemas que acabariam engolindo o seu próprio país. “Aprendemos muito sobre outras culturas nesta Assembleia e enfatizamos a necessidade de sermos mais tolerantes”, disse ele ao público presente no salão de plenárias. “Atravessamos o limiar de uma nova década, que há 100 anos viria a ficar conhecida como ‘os loucos anos 20’. As memórias que temos dessa época são influenciadas pelas fotos e filmes que temos visto. Contudo, foi nos anos 20 também que as pessoas se afastaram cada vez mais umas das outras e a catástrofe veio como consequência.” Em agosto, refletindo alguns dias depois do tiroteio no estado de Wisconsin por ocasião dos protestos do movimento Vidas Negras Importam, Holger admitiu estar alarmado com o que estava vendo e lendo. “Estamos agora nos perguntando como isso pode estar acontecendo? Injustiça e racismo simplesmente não podem ser aceitos, seja por parte da polícia ou dos manifestantes. Estou realmente chocado com as notícias que chegam dos Estados Unidos.” Mas, enquanto o mundo olhava para si mesmo, Holger insistia que as ações do movimento Vidas Negras Importam nos Estados Unidos eram essencialmente diferentes do que acontecia em outras partes do globo. “Não é em todos lugares que encontramos racismo, mas certamente encontramos discriminação em todos os lugares. Temos que mergulhar na nossa história para encontrar a origem da discriminação e combatê-la, seja qual for a forma que ela assumir”, sugere ele, destacando como a discriminação assume formas diferentes dependendo do país e da cultura. “Não interessa se é na Índia ou Japão, Reino Unido ou Alemanha, ou qualquer outro lugar; a forma de discriminação irá sempre diferir, pois isso depende da história da região e de quando e como o preconceito teve início. Cada país deve examinar sua própria história para distinguir a discriminação existente.” Holger nasceu em 1952, quando a Alemanha ainda estava se recuperando dos horrores da Segunda Guerra Mundial. Sob a pressão dos nazistas, os Rotary Clubs do país foram fechados em outubro de 1937 e, contra sua vontade, tiveram que devolver seus diplomas de admissão ao Rotary International. Alguns clubes continuaram se reunindo em sigilo durante a guerra. Entretanto, foi somente em 1948 que a administração política permitiu o retorno do Rotary à Alemanha Ocidental. Refletindo sobre questões de racismo e discriminação, Holger admitiu: “Cada país tem que resolver seus próprios problemas, e o meu tem exemplos terríveis para contar”. “A década mais sombria da Alemanha começou em meados dos anos 30, antes da guerra, quando as coisas começaram a tomar corpo e a maioria dos Rotary Clubs fazia parte do sistema, e quanto a isso não restam dúvidas. Um grupo de historiadores escreveu um livro recentemente descrevendo o que aconteceu e como os Rotary Clubs discriminaram seus associados judeus, algo que me envergonha. Eu não acho que a história deva ser apagada; temos que aprender com ela. Todas as cartas devem ser postas à mesa para aprendermos com o passado e traçarmos o futuro.” Na sequência da morte do George Floyd, o Rotary International publicou a sua declaração de diversidade, equidade e inclusão, iniciada dois anos antes. Pouco tempo depois, o Conselho Diretor do Rotary International decidiu que precisava tomar algumas medidas adicionais. Foi então formada uma força-tarefa com especialistas do mundo todo para examinar assuntos envolvendo diversidade, equidade e inclusão, e para encontrar uma abordagem internacional no sentido de lidar com questões do tipo. Almejando proporcionar ações significativas que tragam mudanças mensuráveis e duradouras ao universo rotário, a força-tarefa identificará formas de combater preconceitos e injustiças em todo o mundo para os nossos clubes, distritos, comissões, programas e dentro dos nossos escritórios corporativos. “Essa força-tarefa é um recurso para sabermos identificar melhor aqueles que não foram bem recebidos ou tratados devidamente pelos nossos associados, funcionários ou durante a participação em nossos programas.” Holger acrescenta: “Este não é um problema isolado dos Estados Unidos, não é apenas a questão de que Vidas Negras Importam, mas é, sim, a importância em adotarmos novas abordagens em termos de diversidade, equidade e inclusão. Estamos em busca de direções para fazermos a coisa certa, já que nunca é tarde demais para corrigir os erros. Gostaria muito de mostrar aos Rotary Clubs uma forma viável que funcione no seu país e cultura”. O relatório da força-tarefa deve ser concluído até o próximo mês de julho, tratando como os clubes podem ficar ainda melhores nesses assuntos. ““Não vejo a diversidade como uma lista de desejos para um Rotary Club, ela é um dos nossos valores”, acrescentou Holger. Holger está ciente de como algumas pessoas no Rotary podem achar essa discussão desconfortável, citando a questão como política. “Sempre que não queremos abrir uma discussão, dizemos que isso é sobre política”, rebateu. “O melhor exemplo é a nova e sétima área de enfoque do Rotary, o meio ambiente. Há muitas pessoas dizendo que não deveríamos falar sobre mudanças climáticas porque é algo político”. “Na minha visão, isso é definitivamente algo não político. É um fato e é por isso que é importante. Se as coisas estão obviamente erradas, então, nós temos que falar isso”.   Fonte: Vozes do Rotary

Postado em 04 de Novembro de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Ribeirão Preto-Oeste é um Clube Cidadão 2020-21

O Programa Clube Cidadão, nova modalidade criada para permitir que os Rotary Clubs contribuam também com a Fundação Rotária, é um programa de doações à Associação Brasileira da The Rotary Foundation (ABTRF), cujas contribuições são destinadas aos projetos humanitários da Fundação Rotária no Brasil. Ao contribuir com o valor equivalente a US$ 1.000, ao longo de um ano rotário, o clube é reconhecido como Clube Cidadão. O Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste aderiu ao programa, contando com o apoio de empresas de rotarianos que contribuíram com patrocínio de espaço (banner) no site do clube: Ateliê Dona Jura, Laboratório BioNuclear, Lace Contabilidade, Project Soluções em Tecnologia, Raflastur, RibSilk, Romão & Romão Advocacia e Vilu Brinquedos. No Distrito 4540, além do Ribeirão Preto-Oeste, também participam do programa, neste ano rotário 2020-21, os Rotary Clubs de Ituverava, Orlândia, Ribeirão Preto, Ribeirão Preto-Entre Rios, Ribeirão Preto-Jardim Paulista, Ribeirão Preto-Norte e São Carlos-Pinhal.  

Postado em 30 de Outubro de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Zé Gotinha e a estratégia bem-sucedida do Brasil

O Brasil recebeu o certificado de país livre do vírus selvagens da poliomielite em 1994, quase 90 anos depois dos primeiros casos relatados em território nacional. Ao longo desse período, houve surtos inicialmente em grandes cidades e depois em localidades do interior, movimento em geral associado à urbanização. A primeira vacina contra a poliomielite chegou ao país em 1955. Era a vacina injetável desenvolvida pelo médico americano Jonas Salk a partir do vírus inativado. Após três doses, 99% das pessoas desenvolviam imunidade. Na década seguinte chegaria a versão em gotinhas, desenvolvida por Albert Sabin com um vírus atenuado. Com ela, 95% das pessoas que receberam três doses ficavam imunes. O primeiro plano do país de controle a doença surgiu no início dos anos 1970. Um artigo de três pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) sobre a erradicação da doença no país cita dados levantados em meados daquela década. Foram identificados 1.643 casos em 18 Estados. "As principais características da doença no país, naquele momento, eram sua distribuição predominantemente urbana (74%), a concentração em menores de cinco anos, uma elevada proporção de casos em crianças não vacinadas (76%), a predominância do poliovírus do sorotipo 1 (87%) e uma elevada letalidade."   A primeira campanha nacional de vacinação contra a poliomielite ocorreria em junho de 1980. Até então, a imunização nos Estados só atingia metade das crianças, em média. O plano então seria vacinar todas as crianças do país de zero a cinco anos em 14 de junho e 16 de agosto, independentemente de já ter tomado a vacina ou não. E assim elevar para 80% a cobertura vacinal. Defendida por Albert Sabin, a estratégia de campanhas de vacinação em massa deu certo, e o número de casos caiu de 1.290 em 1980 para 122 no ano seguinte. Naquela década, a vacina em gotas ficou tão associada ao combate à poliomielite que deu origem ao personagem Zé Gotinha, criado em 1986 pelo artista plástico Darlan Rosa. O mascote se tornaria o principal rosto das campanhas de vacinação. O país ainda enfrentaria surtos isolados de pólio até registrar seu último caso, em março de 1989. A estratégia bem-sucedida contra pólio seria exportada para outros países e teria outras consequências positivas, como o fortalecimento do programa nacional de imunização. Desde 2011, entretanto, a vacinação contra a poliomielite não é só oral. Agora, a criação de Sabin é apenas o reforço da versão injetável, considerada por alguns especialistas como mais segura e com menos efeitos colaterais. Segundo o bioquímico Ricardo Gazzinelli, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), essa mudança na vacina só foi possível porque a doença está erradicada no Brasil. "A vacina por via oral usa vírus vivo; a injetada contém o vírus 'morto'. Ainda que as vacinas vivas induzam imunidade mais duradoura, quando você chega numa fase de erradicar uma doença, a viva é indesejada, pois a atenuação do vírus pode reverter, tornando-se patogênico de novo. E se espalhar na natureza novamente", explicou em entrevista à BBC News Brasil em julho. "Neste caso, se opta por vacinas 'mortas'." Por outro lado, as gotinhas têm um efeito da chamada "proteção de rebanho" — a criança que a ingere, acaba contribuindo para que o vírus não se espalhe. Isto porque na versão injetável, com o vírus inativado direto na corrente sanguínea, não ocorre uma colonização da mucosa intestinal. A gotinha, por sua vez, faz isso com o vírus atenuado — que, eliminado pelas fezes espalha-se no ambiente, imunizando terceiros que tenham contato com ele. De quebra, esse vírus atenuado compete com o selvagem na natureza. Para além da vacina utilizada, a queda na cobertura vacinal como um todo preocupa autoridades e especialistas quanto a um possível retorno da doença. (BBC News)

Postado em 17 de Outubro de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

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