Club de
Ribeirão Preto-Oeste

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Dia Mundial da Hepatite 2020: “Um Futuro Livre de Hepatite”

O slogan do Dia Mundial da hepatite 2020 é “Um Futuro Livre de Hepatite”. Em maio de 2016, a Assembleia Mundial da Saúde aprovou a Estratégia do Setor Global de Saúde sobre a hepatite viral, que propõe eliminá-la como uma ameaça à saúde pública até 2030 (definida como uma redução de 90% incidência e 65% da mortalidade em relação às hepatites B e C). Os serviços de prevenção e atenção para a hepatite são essenciais, inclusive durante a pandemia de Covid-19. A mortalidade anual global por hepatite viral é comparável à do HIV, tuberculose ou malária e provavelmente excederá o número de vítimas dessas três doenças combinadas até 2040, sob o atual status quo. As hepatites são doenças causadas por vírus, responsáveis por elevados níveis de morbidades e mortalidade a nível mundial. Estima-se que 57% dos casos de cirrose hepática e 78% dos casos de câncer primário de fígado sejam causados pelos vírus das hepatites B e C. Reconhecendo o importante problema de saúde pública que representam as hepatites, a 63° Assembleia Mundial da Saúde realizada em 2010 designou o dia 28 de julho como o Dia Mundial de Combate à Hepatite e faz um apelo mundial para uma resposta integral na luta contra a hepatite. Desde então, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) se mobilizam para unir esforços e estabelecer estratégias para combater a hepatite a nível regional e global. A Região da América Latina e Caribe obteve significativos avanços em termos de vacinação, e todos os países incluíram a vacinação contra a hepatite B em seus calendários de vacinação para crianças, e 25 dos 52 países e territórios incluíram a dose universal para recém nascidos nas primeiras 24h de vida. Também estão disponíveis os testes sorológicos para detecção e diagnóstico das hepatites B e C. Entretanto, o acesso ao tratamento da hepatite C com antivirais de ação direta é muito limitado na Região. Dezessete países informam dispor destes medicamentos para tratar hepatite C crônica, porém o número de pessoas que recebem o tratamento é muito limitado. Dados da hepatite na Região A OPAS estima que em 2019 há 3,9 milhões de pessoas vivendo com hepatite B crônica; 7,2 milhões vivendo com hepatite C crônica; e 125 mil pessoas morreram de câncer de fígado e cirrose hepática no decorrer do ano passado. Fonte: Biblioteca Regional de Medicina (BIREME) da Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS).

Postado em 28 de Julho de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Rotary promove agroflorestas sustentáveis em Alagoas

Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary. O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais. “Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria. O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente. Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto. Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária. O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores. No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto. Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.

Postado em 27 de Julho de 2020

A hepatite não é apenas uma epidemia, é uma violação de direitos humanos!

– “Quando decidi dedicar minha vida a ajudar aqueles que precisavam e a mudar a situação da hepatite no mundo, eu não estava apenas fazendo isso porque havia sido poupado, embora já com cirrose e à beira de ter as severidades de a doença sem sentir um único sintoma. O que realmente me motivou a combater essa causa e me tornar um líder foi a injustiça por trás disso” – explica Humberto. – “A hepatite é uma doença sui generis. É uma doença que mata lentamente, que pode levar décadas para consumir o fígado da pessoa – é por isso que é conhecida como uma assassina silenciosa. Enquanto algumas pessoas argumentam que existem outras doenças silenciosas, como diabetes, pressão alta e até algumas formas de câncer, essas doenças não são fáceis de descobrir. Elas continuam aparecendo aqui e ali, todos os dias, o que torna o combate quase impossível para as autoridades de saúde. Mas este não é o caso da hepatite. Este último já está lá, presente em um grupo, em uma porcentagem da população, que o carrega há muito tempo. E tudo o que um governo precisa fazer é fornecer uma triagem para a população e descobrir quem está doente. Isso pode ser feito com testes rápidos de picada no dedo, nas ruas, se você quiser, ao custo de centavos por teste. E quem é diagnosticado, como eu, recebe a chance de lutar por sua vida, pois há tratamento para os dois vírus. As autoridades de saúde de todo o mundo sabiam que o problema estava lá, ou melhor, que ele está lá. Mas está em silêncio. Então .., por que ir lá e descobrir problemas dentro de sua gestão? Deixe-os lá, eles não estão fazendo barulho. Já existem problemas suficientes, barulhentos, aos quais esse governo deve comparecer. Sempre que alguém surgir com um sintoma, a necessidade de um transplante ou um óbito, isso pode muito bem ocorrer durante o próximo mandato – uma questão para os próximos governadores. “Essa postura simplesmente fez com que centenas de milhões de pessoas em todos os países do mundo se limitassem ao que podem ser suas sentenças de morte, sem nunca ter a chance de se defender e lutar por sua sobrevivência. Hoje o mundo é tomado por um fardo de pacientes com hepatite B e C que ainda não têm a menor ideia de sua contaminação e o risco fatal que estão enfrentando. Estima-se que cerca de 400 milhões tenham a doença. Mas apenas 5% a 10% dos infectados são diagnosticados.” “Justificar que a falta de ação é algo que pode ser feito por vários argumentos, continua Silva, mas temos situações em que vemos o extremo – é quando nós, com nossas equipes de Hepatite Zero, tentamos entrar em um país e com a ajuda de nossos voluntários do Rotary realizam testes entre a população e as autoridades locais negam veementemente essa abordagem. Alguns até foram brutais e ameaçadores, declarando que éramos “proibidos de executar essa ação humanitária”, usando argumentos como o de que lhes causaríamos problemas, pois eles não têm estrutura disponível para tratar os doentes, etc. Obviamente que nosso contra-argumento nesses casos é que também forneceríamos os medicamentos, etc., se necessário, afinal, Rotary Clubs são reuniões de filantropos que estão lá para fazer o bem à comunidade. Mas, mesmo assim, alguns países ainda não mudam de posição. Um deles chegou a decidir mudar de ideia depois de solicitar uma doação de nossos kits de teste. Como o material já havia sido enviado, eles mudaram de ideia e confiscaram os milhares de testes que nós doamos.” – “Como um líder de milhões de pessoas de um país pode adotar essa postura, simplesmente pela conveniência de não criar novos problemas para o departamento de saúde deles?! Saber que milhões vão morrer e fechar os olhos para isso … Isso é revoltante!” Graças a Deus, esses casos estavam longe de ser a maioria durante nossa campanha – como muitos participantes pensaram que seria. E a maioria dos mais de 50 países com os quais abordamos nossa ajuda humanitária aceitou nossa campanha e permitiu diagnosticar os infectados. Ficamos felizes por mais de 1 milhão de apresentações simultâneas em cerca de 50 países. E cerca de 7.000 pessoas foram diagnosticadas. Podemos dizer que aqueles tiveram suas vidas salvas. Pois eles procurarão tratamento, agora têm seu próprio eu para lutar por suas vidas.” Fonte: www.hepatitiszeroweek.com/pt-br/  

Postado em 23 de Julho de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Ação Corona Zero no Sanatório Vicente de Paulo

O Sanatório Espírita Vicente de Paulo, em Ribeirão Preto, foi a entidade indicada pelo Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste para receber os kits de testes de detecção de covid-19, do programa Corona Zero, e realizar os exames em pacientes e funcionários. Para a coleta das amostras, realizada no dia 18 de junho, o clube contou com a parceria da BioNucelar, laboratório dirigido pelo rotariano Rafael Alves Ferreira, associado ao clube. Neste dia, também estiveram presentes o presidente do clube Junior e os associados Benedito Batista Filho, Ademozar de Carvalho e Marcel Rocha. Em seguida a coleta, foram encaminhados os materiais para a análise do Laboratório Fleury de Campinas. Dos 84 exames feitos no Sanatório, constou um teste positivo para coronavírus, identificado em um paciente. Após o resultado, a instituição tomou todas as providências, seguindo as determinações das autoridades da Saúde.

Postado em 16 de Julho de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

Calendário rotário

“Não há inteligência onde não há mudança nem necessidade de mudança.” – H. G. Wells Historicamente, desde meados de 1950, o Conselho Administrativo progressivamente designa um determinado tema para cada mês do ano com o propósito de criar um calendário rotário que permite dar destaque e comemorar os programas e as atividades de nossa organização. O primeiro mês a ser oficialmente celebrado como tal foi novembro, planejado para enfatizar o excelente trabalho da Fundação Rotária. Logo surgiram o Mês do Desenvolvimento do Quadro Associativo e Expansão, Mês dos Serviços Profissionais, Mês da Revista Rotária e Mês da Família Rotária, entre outros, com o propósito de estimular projetos especialmente relacionados a cada tema. Em outubro de 2014, o Conselho achou adequado reorganizar o calendário rotário e, portanto, aprovou uma mudança fundamental nas determinações, com finalidade de proporcionar aos clubes e distritos um novo cronograma, de acordo com as áreas de enfoque que são prioridades da organização. A partir do próximo ano rotário, o que será observado em cada mês é o seguinte: Agosto – Expansão e Quadro Associativo/Desenvolvimento de novos lubes; Setembro – Área de Enfoque Educação Básica e Alfabetização; Outubro – Área de Enfoque Desenvolvimento Econômico e Comunitário; Novembro – Fundação Rotária; Dezembro – Área de Enfoque Prevenção e Tratamento de Doenças; Janeiro – Serviços Profissionais; Fevereiro – Área de Enfoque Paz e Prevenção/Resolução de Conflitos; Março – Área de Enfoque Recursos Hídricos e Saneamento; Abril – Área de Enfoque Saúde Materno-Infantil; Maio – Novas Gerações/Serviços à Juventude; Junho – Grupos de Companheirismo do Rotary. Esperamos que esse novo cronograma seja tão bem-sucedido quanto o anterior e que nos estimule a realizar projetos que permitam divulgar as atividades do Rotary entre os rotarianos e o público em geral. Faça o Rotary brilhar aumentando o serviço humanitário nas áreas de enfoque, que são as que refletem as necessidades humanitárias mais críticas de nossa gente, colaborando com a formação e capacitação dos jovens, garantindo a saúde das pessoas, favorecendo o desenvolvimento comunitário e promovendo a paz. Façamos nossa própria vida brilhar assegurando as prioridades de nossa organização e aumentando nosso propósito altruísta de servir aos outros. *Por Celia Giay, diretora 2013-15 e vice-presidente 2014-15 do Rotary International.

Postado em 16 de Julho de 2020 por Rotary Club de Ribeirão Preto-Oeste

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